Here we have a simple but interesting sample of our new stuning and smooth popup. As you can see jQuery and CSS does it easy...
We can use it for popup-forms and more... just experiment!
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O Segredo
Esquece tudo aquilo que sabes, abre portas pra deixar um novo mundo entrar
Se já não tens por onde crescer só te resta aspirar o mofo que anda no ar...
Palavras leva-as o vento à boleia ou atrelado à velocidade da luz
E enquanto planeias o amanhã hoje há alguém que mais que tu já produz
Não vou procurar o último grito de uma moda vulgar
Nem vou concorrer a um prémio que não escolhi
Porque tudo o que eu quero está guardado cá dentro
Olha para ti, conclui se tens tudo aquilo que aspiravas já ter
Mas será que o que tu querias ontem ainda é o mesmo que hoje queres ter?
Não vale a pena lamentar aquilo que ficou por fazer
Chorar o passado é deitar tudo a perder
Porque tudo o que eu quero está guardado cá dentro
Se o silêncio é de ouro guarda bem o segredo
Não importa o ponto de partida nem sequer seguir a seta
O que conta é o que vês no caminho, mesmo não cortando a meta
Porque tudo o que eu quero está guardado cá dentro
Se o silêncio é de ouro guarda bem o segredo
Despir a pele de vítima
Vendo bem não sei quem te tapa o sol
Melodramas inventas tu em prol
Dessa tua atitude, forçada e tão rude de que todos te devem e ninguém te paga
Pode ser afinal o momento ideal pra pôr fim a essa saga
Olha à tua volta, lê as gordas dos jornais
Já deste conta que as tuas malditas crises existenciais
Comparadas com dramas, pobreza, doenças, países em guerra são problemas de merda,
E olha pelo que sei, a vida não tem replay
Abre os olhos, agradece a sorte de cá estar
Abre os olhos, aproveita a sorte, vem dançar
Olha à tua volta, lê as gordas dos jornais
Já deste conta que as tuas malditas crises existenciais
Comparadas com dramas, pobreza, doenças, países em guerra são problemas de merda,
E olha pelo que sei, a vida não tem replay
Abre os olhos, agradece a sorte de cá estar
Abre os olhos, aproveita a sorte, vem dançar
Voltar
Doença rara esta, de que padeço por prazer
Levas-me às nuvens, as mesmas que deixas comigo cinzentas ao partir
E se o tempo não muda, pra quê ficar à chuva?
Trazes contigo o sol só na música doce de ouvir-te dizer
Voltar, voltar...
E é sempre tão longa a espera, é palco de uma guerra
Entre o coração e a lúcida razão
E enquanto a ferida sara, tocas-lhe com malícia
Ganhas-me sempre fácil nesse hábil feitiço de prometeres
Voltar, voltar, voltar, voltar
Se Deus nos quer tão bem, se é tudo tão puro, nas coisas que faço
Porque é que o nosso futuro há-de ser um fracasso?
Voltar, voltar, voltar, voltar
Se Deus nos quer tão bem, se por ti eu juro não ser erro crasso
Porque é que o nosso futuro há-de ser um fracasso?
Veio o tempo que tudo cura, ou pelo menos tenta...
Veio atenuar a tortura, já não me atormenta
Meu desejo outrora era loucura, vulga morte lenta
Meu suicídio foi deixar-te voltar
Dia Seguinte
Na troca de um olhar poupámos tanta conversa
Teu corpo incendiou a minha mente perversa
Eu sei, tu queres algo que amanhã já não vás lembrar
Mas eu nasci pra surpreender quem me menosprezar...
Leva-me pra casa, faz de mim tua presa,
Sei que só vais parar quando tiveres a certeza
Que nunca mais de ti me vou libertar
No dia seguinte vais dar-me um conselho
E eu vou ser obrigado a erguer o meu espelho
Simples reflexo da falta de nexo...teu medíocre representar
De manhã desperta segura do meu vacilar
Inala o doce perfume de mais um triunfar
Eu sei, tu queres algo que amanhã já não vás lembrar
Mas eu nasci pra surpreender quem me menosprezar...teu azar
Leva-me pra casa, faz de mim tua presa,
Sei que só vais parar quando tiveres a certeza
Que nunca mais de ti me vou libertar
No dia seguinte vais dar-me um conselho
E eu vou ser obrigado a erguer o meu espelho
Simples reflexo da falta de nexo...teu medíocre representar
Zé-Ninguém
Hoje acordei com uma vontade de ser um Zé-ninguém,
Sair à rua sem ter de cumprimentar ninguém
E o dia estava a correr-me tão bem, mas começei a estranhar tanta luz,
Eis do nada surge o cromo mais raro, mas com o Zé-Ninguém está o caldo entornado
Porque é que hei-de ser um sorriso amarelo se nada me prende a esse outro camelo
E ninguém me paga pra vender minha alma ao diabo
Surgiu uma voz e disse “ Pára de ser tão revoltado ” , mas eu só queria era ser mais fiel a mim
Seguiu dizendo “ Tratar mal os outros está errado ” ,
Não quero mais ser amigo do peito, de quem nas minhas costas vai dizer mal de mim
Nem finjo mais que nutro respeito, fazer parte da peça “obrigado eu rejeito”
Porque é que hei-de ser um hipócrita mais e passar o tempo em conversas banais
Se ninguém me paga pra vender minha alma ao diabo?
Manual de Instruções
Cá estamos nós outra vez a especular sobre a origem do mundo
É tudo tão vago, mas sempre alimenta o ego um diálogo profundo,
E se pra quem acredita não é fácil a vida, tentar seguir as regras...
Pra mim que não acredito na força divina, não sei bem onde me agarrar...
Não era suposto a vida trazer um manual de instruções?
Assim podia culpar alguém quando errasse ao tomar decisões
Mas preferi ser teimoso, não quis fazer parte do grupo coral
Nada contra quem ama e segue seu líder por amor à moral
Mas anda aí muito artista, bem mais vigarista, com pele de cordeiro
E que ao domingo se faz passar por catequista, e o povo aplaude sem pensar
Não era suposto a vida trazer um manual de instruções
Assim podia culpar alguém quando errasse ao tomar decisões
Mas se calhar se culpasse outro ser,
Seria obrigado a deixá-lo intrometer
No mérito das minhas pequenas vitórias
Cada medalha tem seu reverso
E eu não sou ninguém pra aplicar o inverso
Meu mérito é pai de todas as minhas vitórias
E o mais difícil é ter de viver
Sem esperança de no outro mundo haver a
matriz imortal da fundamental liberdade
Cada medalha tem seu reverso
E eu não sou ninguém pra aplicar o inverso
Meu mérito é pai de todas as minhas vitórias